Dando mais agilidade às equipes de campo da Águas Guariroba e reduzindo ações de cortes no asfalto e calçadas, a concessionária investe na tecnologia de câmera de vídeo para vistoria da rede de água das residências de Campo Grande. Com o equipamento, é possível visualizar ligações clandestinas, rupturas na tubulação e vazamentos.

A nova ferramenta possibilita ainda que as equipes da concessionária façam inspeções em tubulações de difícil acesso. A câmera é inserida nos canos por meio de um cabo de fibra óptica, que pode chegar a 25 metros. O sistema é ligado a um computador, onde é possível ver, em tempo real, tudo o que acontece na rede subterrânea de água. “Nas inspeções com a câmera também conseguimos detectar mais facilmente uma irregularidade muito conhecida e difícil de ser localizada, que é o bypass, um desvio da rede de água para que o consumo não passe pelo hidrômetro”, comenta o supervisor da Águas Guariroba, Jean Marc Macedo Rodrigues.

“Estamos investindo em uma ferramenta que utiliza tecnologia na melhoria dos serviços para a população. Com a câmera, além de detectar mais facilmente irregularidades no sistema de água, estamos reduzindo danos com a quebra de asfalto ou de calçadas”, comenta o gerente comercial da concessionária, Denizar Soares da Fonseca Júnior.

A vistoria nas redes de água também contribui para a preservação do meio ambiente, ajudando a reduzir perdas de água decorrentes de ligações clandestinas e vazamentos. Conforme o gerente comercial, Denizar Fonseca Júnior, todos os meses, cerca de mil irregularidades são detectadas pelas equipes da Águas Guariroba em diversos bairros da Capital.

Redução de Perdas

Ações de combate a perdas de água são desenvolvidas desde 2006 pela Águas Guariroba, empresa da Aegea, companhia de saneamento do Grupo Equipav. De lá para cá, o índice em Campo Grande caiu de 56% para os cerca de 20% – um dos menores entre as capitais do País. A média brasileira de perda de água é de 38,8%. O resultado foi possível por meio do combate a ligações irregulares, detecção de vazamentos, implantação de um completo sistema que permite operar a distância a rede de abastecimento, substituição e recuperação de bombas, interligação de redes de distribuição de água, entre outras ações.

A perda é calculada pela diferença entre o volume de água disponibilizado para o abastecimento público e o volume realmente utilizado. As perdas podem ser físicas – em vazamentos na tubulação, por exemplo, ou aparente (comerciais), como as irregularidades.

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