A Aegea, holding de saneamento do Grupo Equipav, foi eleita “Empresa do Ano”, na categoria Controle Privado, pela revista Saneamento Ambiental.  A entrega oficial do título foi realizada em evento no Centro Brasileiro Britânico, em São Paulo, no dia 15 de maio.  Na solenidade, também receberam o certificado as empresas CAESB, do Distrito Federal, primeira colocada na categoria Empresa Estadual, e o Semae de São José do Rio Preto (SP), escolhida a melhor na categoria Serviço Municipal.

O resultado foi publicado na edição de março/abril da Revista Saneamento Ambiental. A escolha, feita pelo corpo editorial da revista, levou em conta os critérios de investimentos realizados em relação à receita operacional líquida anual; índice de tratamento de esgoto; níveis de perda de água e receita gerada por funcionário próprio.

De acordo com Francisco Alves, diretor editorial da revista, a premiação “Empresa do Ano” foi criada há dez anos com o objetivo de estimular as empresas que atuam no saneamento no Brasil a aperfeiçoarem seu desempenho. “A iniciativa privada é decisiva para que se possa ampliar o atendimento e melhorar a qualidade dos serviços prestados à população. Avaliamos todas as companhias que atuam no saneamento no país e a Aegea foi a que obteve a melhor pontuação entre as empresas de controle privado. Um aspecto que consideramos importante na atuação da empresa é que ela não se prende apenas ao atendimento a municípios de grande porte. A Aegea atua também em municípios pequenos e, mesmo assim, consegue atender bem e ser lucrativa. Em nossa opinião, isso é um mérito muito grande”.

A Aegea detém atualmente 15% do mercado privado de saneamento no Brasil, atuando em 25 municípios em cinco estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina. A companhia posiciona-se como uma das maiores empresas do setor privado de saneamento, na qual trabalham aproximadamente 1.700 colaboradores. “Somos uma empresa que prima pela qualidade dos serviços prestados e por um bom ambiente de trabalho, com uma equipe jovem, qualificada e comprometida com resultados. Estamos apenas começando nosso trabalho e foi uma surpresa muito grata receber um reconhecimento público como esse. Isso nos honra muito e incentiva a continuar evoluindo e contribuindo para a universalização dos serviços de saneamento no Brasil”, afirma Hamilton Amadeo, CEO da companhia.

A Aegea no Brasil

A primeira empresa adquirida pelo Grupo foi a Águas Guariroba, em 2005, concessionária dos serviços de água e esgoto de Campo Grande, capital de MS; logo depois veio a Prolagos, com cinco municípios na região dos Lagos no estado do Rio de Janeiro (Búzios, Cabo Frio, Iguaba Grande, São Pedro da Aldeia e Arraial do Cabo). Em 2012, a Aegea deu um grande salto com três grandes conquistas em novos mercados: a Águas do Mirante, PPP (Parceria Público-Privada) que passou a operar o serviço de esgotamento sanitário de Piracicaba; 50% da Nacional Águas e Saneamento, empresa responsável pela operação, manutenção e gerenciamento do sistema de abastecimento de água do município de Penha, SC; e a Nascentes do Xingu, controladora de concessões de saneamento em 17 municípios no estado de Mato Grosso.

Com esses negócios, a Aegea concluiu o ano de 2012 com 798.569 mil economias, uma população atendida de 1,9 milhão (chegando a 3,5 milhões no período de alta temporada nos municípios da Região dos Lagos, RJ, e Penha, SC) e uma receita líquida de R$ 390 milhões, crescimento de 19,3% em relação ao ano anterior. Os indicadores de desempenho da companhia expressam o sólido crescimento de suas operações, apoiadas em uma estrutura de capital eficiente, gestão especializada e um corpo técnico apto a replicar para novas concessões o bem sucedido modelo de operação adotado.

De acordo com Hamilton Amadeo, o objetivo é crescer cada vez mais. “Temos uma meta bastante arrojada, que deve nos levar a triplicar a população atendida nos próximos cinco anos. No ano passado, o IFC (Internacional Finance Corporation), do Banco Mundial, nos honrou com a participação em nosso grupo de acionistas por meio de um aporte de R$ 100 milhões e estamos buscando, no momento, novas alternativas de investimentos para aumentar ainda mais nossa expansão no país. A empresa busca se posicionar de forma transparente, seguindo todas as normas relativas a empresas de capital aberto. Nós nos submetemos a agências de rating e temos hoje uma classificação que está entre as melhores do setor”.

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